Em anúncio surpresa via rede social, Donald Trump afirma que operação de larga escala foi bem-sucedida; coletiva em Mar-a-Lago detalhará o destino do líder venezuelano.
Em um desdobramento que altera drasticamente a geopolítica do hemisfério ocidental, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na manhã deste sábado a realização de uma intervenção militar em larga escala na Venezuela. Segundo o republicano, a operação culminou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram removidos do território venezuelano por forças americanas.
A notícia foi divulgada primeiramente através da conta oficial de Trump na rede social Truth Social. Na publicação, o presidente classificou a ação como um “sucesso” e indicou que o objetivo central da incursão foi neutralizar a cúpula do governo chavista.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país”, escreveu o mandatário.
Embora os detalhes táticos ainda sejam escassos, Trump revelou que a ofensiva contou com o apoio direto da Polícia dos EUA (agências federais de aplicação da lei) em conjunto com as forças militares. A natureza exata dessa colaboração sugere uma operação coordenada de inteligência e força bruta para garantir a extração do ditador sem resistência prolongada.
Até o momento, não há informações oficiais sobre o paradeiro de Maduro ou para qual país — ou base militar — ele teria sido transportado. Fontes do Pentágono ainda não emitiram notas oficiais, mas a movimentação de tropas e ativos aéreos na região do Caribe já vinha sendo monitorada por observadores internacionais nos últimos dias.
A queda de Maduro encerra um ciclo de mais de uma década de poder do herdeiro de Hugo Chávez, marcado por crises econômicas severas e denúncias de violações de direitos humanos. No entanto, a ação militar unilateral dos EUA deve gerar reações imediatas em fóruns internacionais como a ONU e entre aliados tradicionais de Caracas, como Rússia e China.
Dentro da Venezuela, o cenário é de incerteza. Relatos preliminares indicam confusão nas ruas de Caracas, enquanto líderes da oposição ainda não se pronunciaram formalmente sobre quem assumirá o controle administrativo do país após a remoção forçada do Executivo.
O mundo volta agora seus olhos para o resort de Mar-a-Lago, na Flórida. Donald Trump anunciou que concederá uma entrevista coletiva às 13h (horário de Brasília) para fornecer os detalhes técnicos da operação e os próximos passos para a “reconstrução democrática” da Venezuela.
Espera-se que, durante o pronunciamento, o presidente americano apresente evidências da captura e esclareça o status jurídico de Maduro frente às acusações criminais que pesam contra ele nos tribunais dos Estados Unidos por narcotráfico e corrupção.
Fonte: CNN Brasil Notícias







