Advogados alegam agravamento da saúde após queda na cela da PF e histórico médico desde 2018
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, alegando agravamento do estado de saúde. Segundo o advogado João Henrique Freitas, Bolsonaro convive com sequelas graves desde o atentado a faca sofrido em 2018 e passou por diversas cirurgias nos últimos anos.
O novo pedido se baseia em uma queda ocorrida na cela da Polícia Federal, em Brasília, no dia 6 de janeiro, quando o ex-presidente teria batido a cabeça. Após o episódio, ele foi encaminhado ao hospital DF Star e submetido a exames de imagem.
A defesa afirma que o caso representa um fato novo e sustenta que o ambiente prisional não oferece condições adequadas para o acompanhamento médico contínuo, considerando também a idade de Bolsonaro, que se aproxima dos 71 anos.
Em decisão anterior, tomada em 1º de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes havia negado a prisão domiciliar por não identificar agravamento no quadro clínico e apontar risco de fuga. Agora, o STF deverá avaliar se o novo episódio altera esse entendimento.
Fonte: Metrópoles







