Piso sobe para R$ 1.621 e altera valores do INSS, seguro-desemprego e contribuições
O salário mínimo nacional passou a ser de R$ 1.621 a partir desta segunda-feira (2). O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado por decreto e já aparece no contracheque referente a janeiro.
O aumento segue a política de valorização do piso, que combina a inflação medida pelo INPC, de 4,18%, com o crescimento do PIB, limitado pelo arcabouço fiscal. Com o novo valor, o salário diário fica em R$ 54,04 e o valor da hora em R$ 7,37.
Aposentados e pensionistas do INSS que recebem um salário mínimo começaram a receber o novo valor no dia 26 de janeiro, com pagamentos que seguem até sexta-feira (6), conforme o final do cartão do benefício.
Segundo o Dieese, o reajuste atinge cerca de 61,9 milhões de brasileiros e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026. O governo estima impacto total de R$ 110 bilhões, enquanto o custo adicional para a Previdência Social é calculado em R$ 39,1 bilhões.
Além de trabalhadores da ativa, o novo piso serve de referência para benefícios como aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e salário-família. Benefícios no valor de um salário mínimo tiveram reajuste integral, enquanto valores acima do piso foram corrigidos em 3,90%. O teto do INSS passa a ser de R$ 8.475,55.
O seguro-desemprego tem parcela mínima de R$ 1.621 e máxima de R$ 2.518,65. Já o salário-família foi fixado em R$ 67,54 por dependente para quem recebe até R$ 1.980,38 mensais.
Fonte: otempo.com.br







