Advogada Agostina Paez já tinha passaporte retido e usava tornozeleira eletrônica; caso ganhou repercussão nas redes sociais
A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva da advogada e influenciadora argentina Agostina Paez, após denúncia do Ministério Público do estado. Ela é acusada de praticar injúrias raciais e gestos discriminatórios contra quatro funcionários de um bar na Zona Sul.
Segundo o MPRJ, a advogada teria chamado um funcionário de “negro” de forma ofensiva e, em seguida, passou a imitar gestos de macaco, utilizando a palavra “mono”, mesmo depois de ser advertida sobre a ilegalidade da conduta. As ações teriam acontecido após um desentendimento sobre o valor da conta.
A promotoria afirmou que as denúncias das vítimas foram confirmadas por testemunhas e por imagens de câmeras do bar, além de vídeos que viralizaram nas redes sociais. A defesa de Agostina alegou que os gestos seriam uma “brincadeira”, argumento rejeitado pela Promotoria, que destacou a tentativa de uma amiga de impedir a continuação da conduta como prova de que ela sabia da reprovação do ato.
Até o momento, não há confirmação sobre a prisão de Agostina.
Fonte: jovempan.com.br







