Em 2025, Sidney Oliveira chegou a ser preso em operação contra corrupção e fraude tributária, sendo solto após pagamento de fiança de R$ 25 milhões.
O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta quinta-feira (5) Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, por corrupção ativa. Segundo a denúncia, o empresário teria viabilizado pagamentos indevidos a servidores da Secretaria da Fazenda em troca de benefícios tributários.
O documento aponta que os pagamentos eram direcionados a Artur Gomes da Silva Neto e Alberto Toshio Murakami, com o objetivo de obter e revender créditos de ICMS-ST. Eles também teriam inflado valores ressarcidos à empresa. “O plano criminoso só foi possível em razão dos cargos públicos ocupados por Artur Gomes da Silva Neto e Alberto Toshio Murakami”, afirma a denúncia.
O esquema, segundo o MP, ocorria pelo menos desde 2021, com a participação de Fatima Regina Rizzardi e Maria Hermínia de Jesus na operacionalização do ressarcimento dos créditos fiscais. Elas selecionavam documentos e resolviam questões técnicas, recebendo propina em troca.
Do lado da Ultrafarma, Rogério Barbosa Caraça e Jane Gonçalves do Nascimento também foram denunciados. O ex-diretor fiscal e contábil executava as tarefas para obter o ressarcimento, enquanto a ex-assistente auxiliava Sidney Oliveira no pagamento das propinas.
O MP solicitou o comparecimento mensal dos denunciados em juízo até a decisão de primeiro grau e pediu a prisão preventiva de Artur e Alberto. Em apuração preliminar, a Ultrafarma pode ter sido beneficiada com cerca de R$ 327,1 milhões de ressarcimentos indevidos.
Em 2025, Sidney Oliveira chegou a ser preso em operação contra corrupção e fraude tributária, sendo solto após pagamento de fiança de R$ 25 milhões.
Fonte: Terra.com.br







