A medida foi tomada após sindicatos do setor em quatro estados e no Distrito Federal afirmarem que distribuidoras elevaram os preços
O aumento repentino nos preços dos combustíveis levou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a pedir ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma análise sobre possíveis irregularidades no mercado.
A medida foi tomada após sindicatos do setor em quatro estados e no Distrito Federal afirmarem que distribuidoras elevaram os preços repassados aos postos, alegando a alta do petróleo no mercado internacional após o início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Até agora, porém, a Petrobras não anunciou reajustes em suas refinarias.
Diante da situação, a Senacon quer que o Cade investigue se há indícios de práticas que prejudiquem a concorrência, como alinhamento de preços entre empresas.
Consumidores já relatam aumento direto nas bombas. No Centro-Oeste, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou que o diesel passou de cerca de R$ 6,50 para R$ 7,50 e já chega a R$ 8 em alguns locais, o que preocupa caminhoneiros em plena safra.
Em São Paulo, o Procon-SP realizou uma operação de fiscalização e encontrou irregularidades em um posto na zona sul da capital, como falta de informação clara sobre os preços dos combustíveis.
Fonte: terra.com







