Ação judicial no Distrito Federal aponta que valores arrecadados em projeto social ligado ao Instituto Família Silva não chegaram à família da criança
Uma nova ação judicial trouxe mais desdobramentos ao caso envolvendo o pastor Anderson Silva. Após a repercussão de denúncias sobre um suposto desvio de R$ 500 mil em projetos sociais em 2025, uma moradora do Distrito Federal decidiu levar o caso à Justiça.
Na ação, a mulher acusa o líder religioso e o instituto que ele dirige em Samambaia Sul de utilizarem a imagem de seu filho autista, classificado com nível três de suporte, para arrecadar grandes quantias em doações. Segundo ela, os valores obtidos nas campanhas nunca teriam sido repassados à família.
O pastor é o responsável pela criação do projeto A Casa do John John, iniciativa que integra o hub social ligado ao Instituto Família Silva. A proposta do projeto é oferecer apoio a mães atípicas de crianças e adolescentes com autismo por meio de serviços voluntários e ações de assistência social.
Fundada há cerca de seis anos, a organização afirma já ter prestado atendimento gratuito a mais de 300 famílias. A nova ação judicial, porém, levanta questionamentos sobre a forma como algumas campanhas de arrecadação teriam sido conduzidas.
O caso agora será analisado pela Justiça, que deverá avaliar as acusações e a eventual responsabilidade do pastor e da entidade.
Fonte: Metrópoles DF







