Decisão atende parecer da PGR e passa a valer após alta hospitalar do ex-presidente, internado com broncopneumonia
Esta não é a primeira intercorrência médica desde a prisão. Em episódios anteriores, o ex-presidente já precisou de atendimento por queda de pressão, tontura e também após um incidente dentro da cela, quando bateu a cabeça em um móvel.
Preso preventivamente em novembro do ano passado por descumprimento de medidas judiciais, Bolsonaro teve a execução da pena determinada poucos dias depois. Em janeiro, foi transferido para uma sala de Estado-Maior na Papuda, estrutura que conta com acompanhamento médico contínuo.
Antes da atual internação, o ministro Alexandre de Moraes havia negado um pedido semelhante de prisão domiciliar, ao avaliar que o ex-presidente não preenchia os requisitos legais e apresentava condições de saúde compatíveis com o cumprimento da pena no sistema prisional.
Durante o período na unidade, Bolsonaro recebeu mais de 140 atendimentos médicos, incluindo acompanhamento diário por profissionais de saúde.
Fonte: g1.globo.com







