Decisão do STF coloca parlamentar novamente no centro das discussões políticas
O deputado federal João Carlos Paolilo Bacelar Filho (PL-BA) teve homologado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, um acordo que prevê a devolução de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos. O valor está relacionado à acusação de manutenção de funcionárias fantasmas em seu gabinete.
Natural de Salvador, o parlamentar tem 53 anos, exerce o quinto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados e mantém ligação com setores como construção civil, agronegócio e combustíveis. Seu gabinete conta atualmente com 29 funcionários.
Filho do ex-deputado João Carlos Paolilo Bacelar, Bacelar também atua em comissões ligadas à área de energia e infraestrutura e integra bancadas como a ruralista, da segurança pública e evangélica.
O nome do deputado já apareceu em outras controvérsias. Em 2017, o empresário Joesley Batista o citou em delação no âmbito da Operação Lava Jato, ao afirmar que ele teria solicitado propina para influenciar votos no impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.
O caso volta a colocar o parlamentar em evidência e reforça o debate sobre uso de recursos públicos no Legislativo.
Fonte: Pará Notícia







