Moradores e vereadores usam as redes sociais para denunciar o contraste gritante entre o rigor fiscal da gestão do prefeito André Braga e o abandono urbano enfrentado pelo município.
A atual administração municipal de Porto Ferreira, comandada pelo prefeito André Braga, transformou-se no principal alvo de críticas e desabafos dos moradores nas redes sociais.
A indignação da comunidade, registrada de forma crescente no decorrer do mandato, gira em torno de uma contradição central: a velocidade implacável do Executivo para cobrar tributos e exigir deveres contrasta severamente com a lentidão e a inércia em solucionar as demandas básicas de zeladoria e infraestrutura da cidade.
Rapidez do ‘Leão’ na hora de cobrar – cidadãos relatam que a máquina pública opera com eficiência máxima quando o assunto é a imposição de obrigações ao contribuinte.
- Rigor Fiscal: notificações de débitos, aplicação de multas severas por descarte incorreto de resíduos e cobranças imobiliárias chegam pontualmente.
- Exigência Imparcial: o morador ferreirense enfrenta penalizações rápidas caso falte com suas obrigações financeiras ou legais com o município, sentindo o peso de uma fiscalização de postura agressiva, arrecadatória – agido como uma forte “indústria de multas”
Lentidão do ‘Bicho-Preguiça’ nos serviços essenciais -em contrapartida, quando a população aciona a prefeitura para resolver os problemas crônicos que destroem a qualidade de vida local, a resposta governamental adota o ritmo de um bicho-preguiça. As principais queixas publicadas cobrem quatro frentes de negligência:
- Mato alto e sujeira: vias públicas, praças e os arredores de imóveis municipais estão tomados pelo matagal. O abandono visual é acompanhado pelo medo do aparecimento de animais peçonhentos.
- Infraestrutura deteriorada: prédios públicos e calçadas encontram-se desgastados. recentemente, a própria prefeitura precisou enviar à Câmara o Projeto de Lei nº 17 para adiar os prazos de adequação de acessibilidade de seus próprios imóveis, admitindo que o próprio poder público patina para cumprir a lei.
O sentimento geral compartilhado no município é de absoluto desequilíbrio na balança social. Para o cidadão, restam o peso dos tributos e as cobranças eficientes de um “Leão”. Para a cidade, sobram o descaso, a sujeira e a lentidão de uma administração que falha em entregar o básico.

Por Marco Antônio Mourão








1 Comentário
E os projetos de lei também, está enrolado o máximo para mandar para câmara ( enquadramento das educadoras infantis que inclusive é lei federal 15.326/ 2026