Eric Cônsoli está entre os 16 indiciados pela Polícia Federal no acidente que matou 62 pessoas em Vinhedo
O ex-diretor de manutenção da Voepass, Eric Cônsoli, um dos 16 indiciados pela Polícia Federal pela tragédia aérea que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP), tornou-se sócio de uma empresa de serviços aeronáuticos em Ribeirão Preto (SP).
Segundo registros da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), a empresa foi criada em julho de 2025, cerca de um ano após o acidente. A companhia presta serviços de apoio à aviação executiva, incluindo estacionamento e abastecimento de aeronaves, manutenção, importação de peças e seguros. A empresa não realiza voos.
A Polícia Federal informou que as investigações estão restritas às circunstâncias do acidente e que a nova empresa não faz parte do objeto do inquérito.
Outros dois investigados também continuaram atuando no setor. Tiago Passucci Morani, ex-inspetor-chefe da Voepass, trabalha atualmente como gerente de planejamento e aeronavegabilidade em uma empresa que presta serviços a companhias aéreas. Já Oderlino de Campos Figueiredo, antigo despachante operacional de voo da companhia, exerce a mesma função em uma empresa de transporte aéreo de cargas.
Os 16 indiciados prestaram depoimento e não são considerados foragidos. Por determinação judicial, estão impedidos de deixar o Brasil e tiveram os nomes incluídos nos sistemas de controle migratório.
Segundo a Polícia Federal, as medidas cautelares estão sendo cumpridas e, até o momento, não houve necessidade de prisões preventivas.
Fonte: g1.globo.com







