Relatos apontam falta de EPIs, falhas de segurança e estruturas precárias; Polícia Civil investiga
Funcionários e ex-funcionários do Wet’n Wild, em Itupeva (SP), denunciaram más condições de trabalho e falhas de segurança após a morte do salva-vidas Guilherme da Guerra Domingos, de 24 anos, que morreu ao ser sugado pelo ralo de uma piscina na terça-feira (13).
Segundo os relatos, há falta de equipamentos de proteção individual, além de estruturas deterioradas e manutenção inadequada das atrações. Uma funcionária afirmou que a atração Water Bomb, onde ocorreu o acidente, apresentava riscos e não estaria em conformidade com os procedimentos de segurança adotados antes da abertura do parque.
Trabalhadores também relataram que a equipe de atendimento não estava preparada para uma ocorrência grave e que profissionais da saúde que visitavam o parque ajudaram no socorro. Há ainda registros de outros acidentes com funcionários, que teriam precisado de afastamento.
A Polícia Civil intimou um representante do parque para depor na próxima segunda-feira (19). O Wet’n Wild informou, em nota, que os drenos possuíam grades de proteção, que segue padrões internacionais de segurança e que colabora com as investigações. O parque também afirmou que mantém contato com a família da vítima e que não houve outros casos semelhantes em 28 anos de funcionamento da unidade.
Fonte: g1.globo.com







