Polícia investiga adolescentes suspeitos de agressão que matou o cão Orelha, em Florianópolis (SC). Por serem menores de 18 anos, eles estão sujeitos a medidas socioeducativas previstas no ECA
A morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis (SC), levou à investigação de adolescentes suspeitos de agressão. Por serem menores de 18 anos, eles estão sujeitos a medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e não a penas criminais.
A internação é a medida mais severa e só ocorre em casos graves ou de reincidência. A gravidade da violência contra o animal influencia a decisão do Judiciário, que também avalia a situação pessoal e familiar dos adolescentes. Pais e responsáveis podem ser responsabilizados civil, administrativa e, em casos específicos, penalmente.
Mandados foram cumpridos contra dois adolescentes suspeitos e um adulto que teria ameaçado uma testemunha. Computadores e celulares foram apreendidos para análise. Outros dois adolescentes envolvidos estão nos Estados Unidos e devem retornar na próxima semana.
Orelha vivia há cerca de 10 anos na praia e era cuidado pela comunidade. Ele foi encontrado com ferimentos graves na cabeça e precisou ser eutanasiado. A morte do animal gerou comoção e manifestação de moradores pedindo justiça.
O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso e acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina.
Fonte: noticias.uol.com.br







