Operação Kratos apreendeu R$ 1 milhão em dinheiro vivo e apura infiltração da facção criminosa no sistema de transporte público de São Paulo
A Corregedoria da Polícia Militar prendeu três policiais militares suspeitos de atuar na escolta do dono da empresa de ônibus Transwolff, investigado por envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital). As prisões fazem parte da Operação Kratos, deflagrada para apurar a atuação de agentes públicos em favor de interesses ligados à facção criminosa.
A ação cumpre 16 mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva. Dois policiais já foram presos, enquanto um terceiro segue foragido. Durante as diligências, os investigadores encontraram cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo escondido na casa de um dos suspeitos. As cédulas estavam organizadas em maços e precisaram ser contadas com o auxílio de uma máquina levada ao local.
Entre os detidos estão o 3º sargento PM Nereu Aparecido Alves, que já estava fora da ativa e deixou a corporação quando integrava o 1º Batalhão de Polícia de Choque, da Rota, e o capitão Alexandre Paulino Vieira. As defesas ainda não foram localizadas.
A investigação busca esclarecer a infiltração do PCC no sistema de transporte público da capital paulista. Uma auditoria da prefeitura de São Paulo apontou que empresas do grupo não apresentavam condições financeiras para manter a operação, o que levou à intervenção da SPTrans. As apurações seguem em andamento.
Fonte: noticias.r7.com







