Familiares do jovem envolvido no caso da Praia Brava, em Itajaí (SC), estariam articulando envio ao exterior em meio à pressão social e avanço das apurações
A família do adolescente suspeito de matar o cão Orelha, em Praia Brava, Itajaí (SC), planeja enviar o jovem para a Austrália na tentativa de evitar a internação e a repercussão do crime. Segundo informações divulgadas pela jornalista Patrícia Calderon, o plano envolveria um tio do menor residente no país.
De acordo com Calderon, o visto para a Austrália poderia ser emitido em cerca de uma semana, especialmente se vinculado a cursos de intercâmbio. “Eles estão tendo tempo e dinheiro para isso”, afirmou, destacando que a polícia ainda não reteve os passaportes da família.
A jornalista ressaltou que, por serem contadores, os pais teriam facilidade em apresentar os extratos bancários exigidos pelas autoridades australianas. Enquanto isso, M e os amigos enfrentam isolamento social e estão mudando de escola devido à pressão da comunidade.
Calderon também comentou sobre a conduta da mãe do adolescente, que teria tentado ocultar provas ao retornar de uma viagem à Disney, nos Estados Unidos, incluindo o moletom usado pelo filho no dia do crime, situação que poderia configurar ocultação de provas.
Outro ponto criticado é a atuação da primeira juíza do caso, que se afastou apenas uma semana após o início das investigações alegando vínculo pessoal com a família de um dos envolvidos. Especialistas apontam que essa situação pode ter prejudicado a celeridade da Justiça e permitido manipulação de datas e vídeos relacionados ao caso.
O caso ganhou repercussão internacional, gerando indignação na comunidade de Praia Brava, e segue acompanhando de perto por autoridades e pela imprensa.
Fonte: band.com







