Movimento liderado por centrais sindicais e setores da esquerda afeta trens, aeroportos e serviços públicos enquanto Câmara debate projeto apoiado por Javier Milei
Uma greve geral mobilizada contra a reforma trabalhista defendida pelo presidente Javier Milei provocou paralisações em diversos setores da Argentina nesta quinta-feira (19). A mobilização comprometeu a circulação de trens, o funcionamento de aeroportos e parte significativa do transporte público no país.
A convocação partiu da Confederação Geral do Trabalho, uma das principais centrais sindicais argentinas, com apoio de motoristas de ônibus, pilotos, metroviários e servidores públicos. Grupos ligados à esquerda também aderiram ao movimento, que critica pontos da proposta enviada pelo governo.
De acordo com o jornal Clarín, apesar da paralisação no transporte coletivo, os serviços de carros por aplicativo operaram normalmente ao longo do dia.
A manifestação ocorre no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados analisa o projeto de reforma trabalhista. O texto já recebeu aval do Senado na semana passada e integra o pacote de mudanças estruturais defendido pelo governo federal.
Fonte: r7.com







