Buenos Aires registra protestos enquanto governo tenta concluir votação até 1º de março
A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, com modificações, a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. O projeto, considerado um dos mais abrangentes desde a redemocratização do país, agora retorna ao Senado após alterações feitas pelos parlamentares.
Entre as mudanças está a retirada do trecho que previa a redução de 50% do salário para trabalhadores que sofressem acidentes fora do ambiente de trabalho. A exclusão desse ponto foi determinante para o avanço da proposta na Casa.
A reforma tem como objetivo flexibilizar normas trabalhistas, reduzir custos para empregadores e incentivar a formalização de empregos. Permanecem no texto dispositivos como a possibilidade de jornadas de até 12 horas diárias e alterações nas regras de férias.
Setores contrários afirmam que as medidas podem resultar em perda de direitos e enfraquecimento dos sindicatos. Manifestações foram registradas em Buenos Aires, com confrontos e pessoas detidas durante os protestos.
O governo busca acelerar a tramitação e pretende concluir a votação final até 1º de março.
Fonte: Jovem Pan News Oficial







