As entidades também destacam a dificuldade de empresas em preencher vagas e a escassez de mão de obra qualificada.
A Confederação Nacional da Indústria e outras 90 entidades do setor produtivo divulgaram na última, terça-feira, um manifesto contrário a propostas de redução da escala de trabalho. O grupo reúne representantes da indústria, agronegócio, comércio, serviços e transportes.
No documento, as instituições reconhecem a importância da discussão sobre qualidade de vida, mas afirmam que mudanças na jornada precisam considerar efeitos sobre competitividade, produtividade e manutenção dos empregos formais.
As entidades também destacam a dificuldade de empresas em preencher vagas e a escassez de mão de obra qualificada.
O manifesto defende que qualquer mudança seja guiada pela preservação do emprego formal, aumento da produtividade, negociação coletiva por setor e debate técnico com diálogo social. Segundo o setor produtivo, a discussão deve buscar equilíbrio para evitar aumento de custos, informalidade e perda de competitividade.
Fonte: diariodonordeste.verdesmares.com.br







