A população ocupada foi estimada em 102,1 milhões, com leve recuo de 0,8% em relação ao trimestre anterior.
A taxa de desemprego no Brasil chegou a 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado representa alta frente aos 5,4% registrados no trimestre anterior, movimento atribuído principalmente ao encerramento de vagas temporárias criadas no fim do ano.
Segundo a PNAD Contínua, cerca de 6,2 milhões de pessoas estavam desocupadas, um aumento de 600 mil na comparação trimestral. Ainda assim, o índice é o menor para trimestres encerrados em fevereiro desde o início da série histórica, em 2012.
A população ocupada foi estimada em 102,1 milhões, com leve recuo de 0,8% em relação ao trimestre anterior e 66,6 milhões de pessoas estavam fora da força de trabalho.
O levantamento também aponta que 2,7 milhões de brasileiros estavam em situação de desalento, ou seja, gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego.
Apesar da alta na desocupação, o rendimento médio do trabalhador alcançou R$ 3.679, novo recorde da série, com crescimento de 2% no trimestre e de 5,2% em um ano. A massa total de rendimentos chegou a R$ 371,1 bilhões, com avanço anual de 6,9%.
A taxa de informalidade permaneceu em 37,5% da população ocupada, o equivalente a cerca de 38,5 milhões de trabalhadores. Setores como educação, saúde, construção civil e indústria foram impactados pela redução sazonal de vagas no início do ano, fenômeno considerado comum após o período mais aquecido de contratações no fim do ano.
Fonte: g1.globo.com







