Jason Miller afirma que decisões do ministro do STF atingem cidadãos americanos e levanta alerta sobre liberdade de expressão
O conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, reagiu publicamente a um relatório divulgado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes que acusa o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, de promover censura contra cidadãos norte-americanos.
Em publicação nas redes sociais, Miller afirmou que a situação envolvendo o magistrado brasileiro estaria se agravando. Ele destacou o conteúdo do documento ao dizer que há um movimento crescente de pressão sobre Moraes.
O relatório, segundo o comitê, aponta a existência de ordens sigilosas de remoção de conteúdos e perfis em plataformas digitais. O grupo afirma que essas decisões foram analisadas no contexto de uma investigação sobre possíveis impactos da censura estrangeira nos direitos de cidadãos dos Estados Unidos.
De acordo com o documento, autoridades brasileiras estariam adotando medidas que interferem diretamente na liberdade de expressão de americanos. O comitê sustenta que as ações atribuídas a Moraes fazem parte de uma estratégia mais ampla, classificada como prática de lawfare, com efeitos sobre o ambiente democrático.
Ainda conforme a avaliação apresentada, as decisões relacionadas à suspensão de contas em redes sociais poderiam ter reflexos no cenário político brasileiro, incluindo o processo eleitoral previsto para 2026.
O caso ganhou repercussão após a divulgação do relatório pela jornalista Andreza Matais, ampliando o debate sobre os limites das decisões judiciais e seus impactos internacionais.
Fonte: metropoles.com







