A comissão quer ouvir os presidentes do Banco Central Roberto Campos Neto e Gabriel Galípolo.
O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, informou que já reuniu as assinaturas necessárias para prorrogar os trabalhos da comissão, cujo prazo atual termina em 14 de abril. A proposta é estender as atividades por mais 60 dias para concluir análises e votações do relatório final.
A decisão sobre a continuidade cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Enquanto isso, os parlamentares seguem com o cronograma e realizam novas oitivas ao longo da semana.
Entre os depoimentos previstos está o do ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que obteve habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça e não é obrigado a comparecer. Ainda assim, a sessão foi mantida.
A comissão também deve ouvir autoridades como Roberto Campos Neto e Gabriel Galípolo. Desde a sua criação, a CPI enfrenta entraves judiciais, incluindo decisões do STF que limitaram parte das investigações, como nos casos envolvendo os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
Mesmo com os obstáculos, integrantes da comissão defendem a prorrogação para aprofundar as apurações.
Fonte: cnnbrasil.com







