O Dia de Conscientização do Autismo, em 2 de abril, reacende uma discussão prática: quantas crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista) conseguem, de fato, permanecer no esporte com acolhimento e orientação. Em São Paulo, o deputado estadual Felipe Franco apresentou o PL 547/2023, que institui uma campanha permanente de orientação e conscientização de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no esporte.
Pelo projeto, o Poder Executivo fica autorizado a fomentar e promover campanhas contínuas voltadas à inclusão, com ênfase no desenvolvimento cognitivo e comportamental. A proposta também prevê que a regulamentação ocorra em até 90 dias após a publicação, caso seja aprovada. A identificação do TEA segue critérios clínicos e laudo pericial médico, conforme a legislação estadual citada no texto.
Na justificativa, o PL aponta que a falta de preparo ainda afasta famílias de ambientes esportivos, e defende que o esporte pode contribuir para uma melhor qualidade de vida, oferecendo rotina, socialização e segurança. A intenção é simples: transformar informação em acesso real, para que escolas e projetos deixem de excluir por desconhecimento.







