“Se essa rua
Se essa rua fosse minha
Eu mandava
Eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas
Com pedrinhas de brilhantes
Para o meu
Para o meu amor passar…”
Essa cantiga popular retrata o pensamento dos moradores da Estância dos Granjeiros. Particularmente o que pensam aqueles que residem na rua Dr. Décio Vieira Palma. O estado da rua é uma calamidade. O abandono do poder público municipal é tanto que a vegetação cobre parte do leito carroçável.
O trânsito de veículos da via que fica entre a avenida Comendador Assad Taiar e, na teoria, e a avenida Jean Gabriel Villin está prejudicado e está restrito a um “caminho da roça”. Diz-se “na teoria” porque a rua Dr. Décio Vieira Palma tem a passagem interrompida por uma vegetação densa.
O trecho a partir do cruzamento da avenida Jean Gabriel Villin até o antigo leito da linha do trem é uma incógnita. São mais de 100 metros de algo que não se pode chamar de via pública, mas é. Há um poste da rede elétrica logo no início, indicando que alguém é obrigado a pagar a taxa de iluminação daquele ponto. Lá também não há passeio público apesar de ser propriedade privada.
O setor de fiscalização da Prefeitura nunca notificou o proprietário da área. Os fiscais gostam mesmo é de autuar os proprietários dos imóveis no bairro ao lado: o Jardim Porto Novo. Talvez seja mais fácil esse tipo de serviço.
Será que o prefeito Rômulo não tem olhos para os problemas existentes na Estância dos Granjeiros? Será que a pavimentação da rua Dr. Décio Vieira Palma ficará para 2021? Haverá na rua Dr. Décio Vieira Palma um sistema de drenagem adequado por sua extensão? Por qual motivo certos bairros estão totalmente abandonados enquanto outros bairros têm sido privilegiados pelo atual governo municipal? Só cantando para passar a decepção:
“Nessa rua
Nessa rua tem um bosque
Que se chama
Que se chama solidão
Dentro dele
Dentro dele mora um anjo
Que roubou
Que roubou meu coração”.







