O maior colégio eleitoral do país aguarda algumas definições sobre quem disputará o Palácio dos Bandeirantes, porém hoje de acorodo com as pesquisas eleitorais publicadas pelas grande mídias do estado, quatro candidatos, um pela situação e 3 pela oposição destacam-se até o momento:
Pela situação
O atual governador do estado Rodrigo Garcia (PSDB) de 47 anos tentará a “reeleição”, pois era vice-governador e secretário Estadual de Governo na atual administração de João Doria, que renunciou ao cargo para candidatar-se a presidente. Portanto Rodrigo Garcia é a continuação do PSDB na administração do estado de SP.
O PSDB governa SP desde 1995, ou seja, venceu todas as eleições para governador: 1994– Mário Covas; 1998– Mário Covas/Geraldo Alkimin; 2002– Geraldo Alkimin/Cláudio Lembo; 2006– José Serra/Alberto Goldman; 2010– Geraldo Alkimin/Márcio França; 2014– Geraldo Alkimin/Márcio França e 2018– João Doria/Rodrigo Garcia
Pela oposição
1- Fernando Haddad (PT) de 59 anos: ex-ministro da Educação, ex-prefeito de São Paulo e concorrente derrotado no segundo turno das eleições presidenciais de 2018. Ele é o nome que busca unificar a esquerda e centro esquerda com o objetivo de impedir à continuidade da gestão tucana em SP.
2- Márcio França (PSB) 58 anos foi derrotado no segundo turno por menos de três pontos percentuais para Doria na última eleição para governador de SP (2018), em 2020, terminou a corrida pela prefeitura da capital em terceiro lugar. Marcio França foi vice-governador de Geraldo Alkimin nas eleições de 2010 e 2014, assumiu o governo de SP em abril de 2018 e governou até dezembro do mesmo ano, quando foi derrota pelo Dória do PSDB
3- Tarcísio de Freitas (Republicanos), de 46 anos, Engenheiro e militar da reserva. Tarcísio está ao lado de Jair Bolsonaro desde o período de transição, no final de 2018. Ele é a aposta do atual presidente do Brasil no maior colégio eleitoral brasileiro. Considerado um nome técnico, Tarcísio é a imagem que o governo federal quer passar para exemplificar como foram os últimos quatro anos do governo, e, consequentemente, ter um palanque forte na capital econômica do país.
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