Banco enfrenta dificuldades há anos, negociações fracassam e plano de venda segue indefinido
O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono do Grupo Record, aportou R$ 250 milhões no Digimais em dezembro de 2025 para atender exigências do Banco Central do Brasil. O objetivo foi reforçar o caixa e tentar viabilizar a venda da instituição.
O banco acumula problemas desde a pandemia, com alta inadimplência e perda de patrimônio, o que exigiu sucessivos aportes para evitar desequilíbrio financeiro. Em 2025, passou por reestruturação sob supervisão do BC e iniciou negociações com possíveis compradores.
O investidor Mauricio Quadrado, ex-sócio do Banco Master, chegou a anunciar acordo, mas o negócio não avançou. O empresário Tercio Borlenghi Jr., da Ambipar, também apresentou proposta, que foi interrompida antes de a empresa entrar em recuperação judicial.
O Nubank ainda avaliou a compra, mas desistiu. Sem interessados e sob pressão regulatória, o Digimais segue em busca de solução para evitar agravamento da crise.
Fonte: Metrópoles







