Presidente da FIESP diz que proposta aprovada na Câmara pode aumentar custos, inflação e informalidade no país
O presidente da FIESP, Paulo Skaf, criticou duramente a proposta que prevê o fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara dos Deputados. Em entrevista à CNN, ele classificou a medida como um “retrocesso” e defendeu a PEC 12/2026, conhecida como PEC do trabalho flexível por hora trabalhada e sem descanso semanal remunerado (DSR)
A proposta apoiada por entidades do setor produtivo permite maior liberdade na definição das jornadas de trabalho por meio de acordos entre empregadores e trabalhadores, mantendo direitos como férias, 13º salário, FGTS e descanso semanal.
Skaf afirmou que a aprovação da proposta na Câmara teve forte influência política e alertou para possíveis impactos econômicos, como aumento de custos para empresas, pressão sobre a inflação e crescimento da informalidade.
Segundo ele, a PEC 12/2026 oferece uma alternativa mais moderna, permitindo que empresas escolham entre o modelo tradicional da CLT ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas. A iniciativa conta com o apoio de cerca de 3 mil entidades de diferentes setores da economia e agora será analisada pelo Senado Federal.
Fonte: cnnbrasil.com







