Trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que atendem aos critérios do programa podem receber benefício de até um salário-mínimo referente ao ano-base 2024
Os pagamentos do abono salarial PIS/Pasep 2026 seguem nesta segunda-feira (15) com a liberação de um novo lote destinado aos trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto. O benefício é referente ao ano-base de 2024 e pode chegar ao valor de um salário-mínimo, conforme o período trabalhado durante o ano considerado para o cálculo.
Os recursos ficarão disponíveis para saque até o dia 30 de dezembro de 2026, data que marca o encerramento do calendário anual de pagamentos.
O abono salarial é destinado aos trabalhadores da iniciativa privada vinculados ao PIS e aos servidores públicos inscritos no Pasep que cumprirem os requisitos estabelecidos pelo programa. Entre as exigências está ter recebido, em 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.
As informações sobre valores, datas de pagamento, banco responsável pelo depósito e eventuais benefícios de anos anteriores podem ser consultadas por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal Gov.br.
O calendário deste ano estabelece pagamentos conforme o mês de nascimento do trabalhador. Os nascidos em janeiro receberam em 15 de fevereiro; fevereiro, em 15 de março; março e abril, em 15 de abril; maio e junho, em 15 de maio; julho e agosto recebem em 15 de junho; setembro e outubro terão acesso ao benefício em 15 de julho; e novembro e dezembro, em 15 de agosto.
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, cerca de 26,9 milhões de trabalhadores devem ser contemplados em 2026, com previsão de R$ 33,5 bilhões em repasses.
Uma das mudanças implementadas neste ano é a adoção de datas fixas para os pagamentos. Os valores passam a ser liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao grupo beneficiado ou no primeiro dia útil seguinte quando a data coincidir com fins de semana ou feriados.
O prazo final para saque do abono será o último dia útil bancário do ano, seguindo as normas estabelecidas pelo Banco Central.
Fonte: g1.globo.com







