Prefeituras e Governos Estaduais têm segurado recursos disponíveis para a educação, apesar do aumento de suas receitas e da necessidade de investimentos para a reabertura das escolas, de acordo com um novo estudo sobre os gastos dos estados durante a pandemia do coronavírus.
O levantamento sugere que a maioria das prefeituras e dos governos estaduais deixaram a educação em segundo plano, aproveitando o período de suspensão das aulas presenciais para economizar o dinheiro em caixa em vez de usá-lo para melhorar as escolas e se preparar para receber os alunos de volta neste ano.
"Não houve prioridade para a educação, apesar dos desafios criados pela pandemia", diz a economista Úrsula Peres, da Universidade de São Paulo, coordenadora do grupo que fez o estudo, ligado à Rede de Pesquisa Solidária.







