A prática, identificada principalmente entre adolescentes, compromete o acesso à saúde pública; preservativos distribuídos pelo Ministério da Saúde não podem ser vendidos
A Prefeitura de Porto Ferreira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, emitiu um alerta à população sobre a comercialização indevida de preservativos masculinos e femininos que são distribuídos gratuitamente na rede pública (Unidades de Saúde).
Relatos recebidos pelas autoridades de saúde indicam que adolescentes estão retirando os preservativos nas salas de espera e postos de saúde para revendê-las em portas de escolas e dentro dos próprios bairros.
É fundamental reforçar que esses insumos são fornecidos pelo Ministério da Saúde e disponibilizados sem custo algum em todas as Unidades de Saúde da cidade e na Vigilância Epidemiológica. O objetivo desta distribuição é garantir o direito à saúde e prevenir Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e gravidez indesejada de forma universal.
A comercialização desses itens, além de ser uma prática irregular, prejudica diretamente aqueles que mais necessitam do acesso gratuito. A Secretaria de Saúde já notificou as unidades de atendimento e está trabalhando em conjunto com o Conselho Tutelar e a Secretaria de Educação para intensificar a fiscalização e a orientação aos jovens.
O que a população deve fazer?
A Prefeitura solicita aos pais, responsáveis e educadores que conversem com os jovens sobre a importância do uso correto e consciente dos serviços públicos. Caso alguém presencie a venda desses itens com a embalagem de distribuição gratuita (logomarca do SUS/Ministério da Saúde), a recomendação é não comprar e informar a unidade de saúde mais próxima ou a Vigilância Epidemiológica.
A saúde pública é um patrimônio de todos e a colaboração da comunidade é essencial para que os recursos continuem chegando a quem precisa, de forma ética e gratuita.
Por Assessoria de Comunicação, Cerimonial e Eventos site da Prefeitura de Porto Ferreira







