Laudo aponta politraumatismo no cão; defesa diz que morte foi acidental e nega ameaças
Um homem de 22 anos é investigado pela morte de um filhote de yorkshire, em Leme, no interior de São Paulo. O cachorro, chamado Billi, morreu no dia 16 de março após sofrer agressões dentro da casa da ex-companheira do suspeito.
O laudo necroscópico apontou politraumatismo e hemorragia interna, indicando que o animal foi vítima de violência. Câmeras de segurança registraram o homem com o cachorro e mostram momentos em que ele circula pela residência antes de levar o animal ao banheiro.
Segundo o advogado da tutora, o suspeito teria agido de forma intencional para acionar o sistema de monitoramento e enviar imagens à vítima. Em registros, ele aparece olhando para a câmera e afirmando que matou o cachorro, tentando fazer com que ela retornasse ao local. A mulher acionou a polícia.
O homem foi preso em flagrante, mas liberado após audiência de custódia. A vítima relatou ainda ter sido ameaçada e conseguiu medida protetiva. Abalada, ela está afastada do trabalho.
A defesa sustenta que a morte foi um acidente e afirma que o suspeito tentou socorrer o animal, levando-o ao veterinário. O caso segue em investigação como maus-tratos, ameaça e violência doméstica.
Fonte: g1.globo.com







