Mesmo sob restrições, navios seguem rota estratégica enquanto conflito pressiona mercado e mobiliza líderes internacionais
Petroleiros continuam atravessando o Estreito de Ormuz nesta segunda-feira, primeiro dia do bloqueio imposto pelos Estados Unidos a navios com destino ou origem em portos do Irã. A medida foi adotada após o fracasso de negociações no Paquistão e prevê a interceptação de embarcações, aumentando o risco de confronto em uma das principais rotas de petróleo do mundo.
O cenário se intensifica mesmo com um cessar-fogo de duas semanas considerado instável. Israel mantém ataques no Líbano e afirma que a trégua não se aplica à sua ofensiva contra o Hezbollah, aliado do Irã, o que amplia a tensão regional.
Os reflexos já atingem o setor energético. Países da Opep registram queda na produção, diante das incertezas nas rotas de exportação, o que pressiona os preços internacionais do petróleo e preocupa mercados globais.
Diante da escalada, líderes como Emmanuel Macron e Keir Starmer articulam uma conferência internacional para discutir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e buscar alternativas diplomáticas para conter o avanço do conflito no Oriente Médio.
Fonte: dw.com







