Mensagens enviadas por e-mail geraram mobilização das forças de segurança; Polícia Civil investiga autoria do caso
A circulação de mensagens com ameaças falsas contra escolas levou as forças de segurança a reforçarem a atenção nas unidades de ensino de Araras, na manhã desta segunda-feira (24).
Os e-mails, que também apresentavam conteúdo racista, foram encaminhados a diferentes setores da Prefeitura. Diante da situação, a Guarda Civil Municipal colocou em prática o protocolo de emergência destinado a ocorrências envolvendo escolas.
As equipes passaram a acompanhar a situação com o auxílio do Centro de Operações Integradas (COI), garantindo a presença e o monitoramento nas unidades escolares do município.
Durante as primeiras diligências, o setor de Inteligência da GCM constatou que as mensagens tiveram origem em um servidor localizado em Genebra, na Suíça.
A investigação também apontou que os dados pessoais de uma adolescente de 15 anos podem ter sido utilizados por terceiros para o envio dos e-mails. As informações teriam sido obtidas em uma plataforma de bate-papo. Não há, até o momento, qualquer evidência de que a jovem tenha participado do caso.
O delegado de Araras, Tabajara Zuliani dos Santos, afirmou em vídeo divulgado nas redes sociais que as ameaças não eram reais e que não havia risco para alunos, professores ou funcionários das escolas.
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil e registrada como crime cibernético. As autoridades seguem trabalhando para descobrir quem enviou as mensagens e de que maneira os dados da adolescente foram obtidos.
Fonte: rca1.com.br







