Multinacional suíça anuncia nova fábrica de fórmulas infantis em Minas Gerais, avaliada em R$ 600 milhões, e reafirma confiança no potencial do mercado brasileiro
A Nestlé deu mais um sinal claro de sua confiança no futuro do Brasil. Nesta quinta-feira (3), a companhia anunciou um investimento de R$ 2 bilhões até 2028 na divisão de nutricão e saúde, um dos maiores aportes já realizado pela empresa em território nacional. O plano inclui a construção de uma nva fábrica de fórmulas infantís em Ituiutaba (MG) orçada em R$ 600 milhões.
A nova unidade será erguida ao lado do complexo industrial que abriga a maior operação de lácteos da Nestlé na América Latina, onde a empresa já produz as conhecidas marcas de leite em pó Ninho e Molico. A escolha do local reforça a integração produtiva e logística da companhia no estado, que se consolida como um dos principais polos de produção da Nestlé no continente.
A nova fábrica terá como foco principal o abastecimento do mercado interno, atualmente atendido em parte por importações, uma mudança que deve fortalecer a produção local, gerar empregos e reduzir a dependência de produtos vindos do exterior. A companhia também sinalizou que a expansão da capacidade produtiva poderá abrir oportunidades de exportação no futuro, ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados internacionais.
Confiança no potencial brasileiro – o investimento anunciado reforça a percepção de que o Brasil ocupa posição de destaque nos planos de crescimento da Nestlé. Ao direcionar recursos expressivos para a produção local de fórmulas infantis e para o desenvolvimento de categorias de maior valor agregado, a empresa demonstra confiança não apenas no consumo interno, mas também na capacidade industrial e na competitividade do país como plataforma produtiva para a América Latina.
Com a nova fábrica em Ituiutaba, a Nestlé amplia sua presença em Minas Gerais e consolida uma trajetória de investimentos de longo prazo no Brasil, sinalizando que enxerga no mercado brasileiro um ambiente promissor para as próximas décadas.
Fonte: Flha de S. Paulo – Reuters







