Regras para o uso de celulares, fiscalização das urnas e punições ajudam a garantir que ninguém descubra em quem o eleitor votou.
O sigilo do voto é uma garantia prevista na Constituição Federal e tem como objetivo assegurar que cada eleitor possa escolher seus candidatos livremente, sem pressão, ameaça ou constrangimento.
Uma das principais medidas para preservar esse direito é a proibição do uso de celulares, câmeras e outros aparelhos de gravação dentro da cabine de votação. Conforme as regras das Eleições 2026, o eleitor pode utilizar o celular para apresentar o e-Título ou documentos digitais antes da votação, mas precisa deixar o aparelho no local indicado pelos mesários antes de entrar na cabine.
A medida impede que o eleitor seja pressionado a apresentar uma foto ou vídeo como prova de seu voto. A legislação também prevê punições para quem utilizar violência ou ameaça para influenciar a escolha de outra pessoa ou tentar violar o sigilo do voto.
O sistema eletrônico conta ainda com mecanismos de segurança e auditorias. Entre eles está o Registro Digital do Voto (RDV), que permite contabilizar os votos sem identificar quem fez cada escolha, e o Teste de Integridade, realizado para verificar o funcionamento das urnas.
No dia da eleição, manifestações individuais e silenciosas de apoio a candidatos ou partidos são permitidas, por meio de itens como adesivos, broches e bandeiras. Já manifestações coletivas e organizadas são proibidas.
Com essas medidas, a Justiça Eleitoral busca garantir que cada eleitor possa votar de acordo com sua própria decisão, sem precisar revelar sua escolha.
Fonte: intertvweb.com.br







