As informações foram divulgadas há pouco, em nota, pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que justifica a forte queda de faturamento com o valor mais baixo pago pela tonelada da carne bovina no mês passado: US$ 4.188 ante US$ 5.909 em agosto de 2022, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Em volume, os embarques externos em agosto ficaram praticamente estáveis em relação a igual mês do ano passado. No oitavo mês de 2023, o Brasil exportou 229.774 toneladas, -0,16% ante as 230.144 toneladas em agosto de 2022.
A Abrafrigo informa, ainda, com base em dados compilados da Secex, que de janeiro a agosto deste ano a receita obtida com exportação total de carne bovina somou US$ 6,772 bilhões, valor 23% abaixo do faturado em igual intervalo de 2022, que foi de US$ 8,820 bilhões. Em volume, neste ano até agosto foi exportado 1,511 milhão de toneladas e, no acumulado de 2022 até agosto, 1,519 milhão de toneladas.
A China segue sendo o principal importador de carne bovina do Brasil, embora tenha desembolsado menos dólares para adquirir o produto brasileiro entre janeiro e agosto. Neste intervalo, as aquisições chinesas da proteína animal somaram 727.565 toneladas, ou -7,5% ante 786.543 toneladas no acumulado de 2022 até agosto. Já em dólares, o gigante asiático desembolsou US$ 3,571 bilhões até agosto, ou 32,84% menos em comparação com o acumulado entre janeiro e agosto de 2022, de US$ 5,317 bilhões.
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*Fonte: broadcast.com.br







