Caso atual do deputado Luciano Alves (PSD/PR) reacende relato de 2023, quando acompanhante afirmou não ter recebido por serviços prestados ao parlamentar
Um deputado federal voltou a ser alvo de controvérsia após se envolver em um novo episódio com uma profissional do sexo em Brasília. O caso trouxe à tona uma denúncia anterior, publicada há pouco mais de dois anos, na qual uma acompanhante relatou ter sido vítima de um calote após passar cerca de 24 horas com o parlamentar.
Na ocasião, a identidade do político não havia sido revelada. Agora, o nome veio à tona: trata-se de Luciano Alves – deputado federal do PSD do estado do Paraná, o mesmo que protagonizou uma discussão recente com uma profissional do sexo na noite de quarta-feira (25), no Lago Sul, área nobre da capital federal.
O primeiro episódio ocorreu em dezembro de 2023. Segundo relato da acompanhante, o deputado já a conhecia e foi até a residência dela sem aviso prévio. Durante o encontro, os dois almoçaram juntos, circularam por Brasília, estiveram com pessoas ligadas à política em uma casa noturna e passaram a noite juntos.
A profissional afirmou que deixou claro desde o início que cobraria pelo serviço de acompanhante. De acordo com ela, o deputado teria concordado com o pagamento, pedindo apenas que valores não fossem discutidos durante o período em que estivessem juntos.
No dia seguinte, após o término do encontro, a mulher enviou a chave Pix para receber o valor combinado, mas não obteve o pagamento. Segundo o relato, o parlamentar disse que só teria recursos disponíveis no dia 20 daquele mês e alegou já ter arcado com despesas durante o período em que estiveram juntos.
Ainda conforme a denúncia, o pagamento nunca foi realizado. O valor cobrado pelo serviço foi de R$ 2,6 mil.
A nova confusão envolvendo o deputado trouxe o caso novamente à tona e ampliou a repercussão sobre sua conduta fora do ambiente político.
Fonte: Metrópoles







