Cidade soma 167 casos e 83 mortes desde 2007; Saúde alerta para aumento do risco entre junho e novembro
A confirmação da primeira morte por febre maculosa em 2026 fez a taxa de letalidade da doença chegar a 49,7% em Campinas. Desde 2007, o município registrou 167 casos e 83 mortes, segundo a Secretaria de Saúde.
A vítima foi um homem de 74 anos, morador da região do Campo Grande. Ele apresentou os primeiros sintomas em 15 de abril, recebeu atendimento em hospital público e morreu no dia 21.
De acordo com a prefeitura, o idoso provavelmente foi infectado próximo de casa, onde realizava jardinagem em áreas verdes e perto de cursos d’água, locais propícios para o carrapato-estrela, transmissor da doença.
A Secretaria de Saúde informou ainda que o período de maior risco de transmissão começa em junho e vai até novembro, quando aumenta a presença das formas jovens do carrapato.
Os principais sintomas da febre maculosa são:
febre alta;
dor de cabeça intensa;
dores musculares;
náuseas e vômitos;
diarreia e dor abdominal;
manchas e vermelhidão nas extremidades.
Em casos graves, a doença pode causar paralisia e insuficiência respiratória.
Como se prevenir
As autoridades orientam evitar áreas de mato, rios e gramados, usar roupas claras e repelente, além de verificar o corpo após visitar locais de risco. Caso encontre um carrapato na pele, a remoção deve ser feita com cuidado, sem esmagá-lo.
Fonte: g1.globo.com







