Governo aponta crescimento do emprego formal, empreendedorismo e qualificação como fatores para saída do programa
Mais de 5,4 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família desde março de 2023 após aumentarem a renda acima do limite permitido para permanência no programa. Segundo o governo federal, a mudança ocorreu principalmente por meio do emprego formal, do empreendedorismo e da qualificação profissional.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa tem contribuído não apenas com a transferência de renda, mas também com a inclusão produtiva das famílias beneficiadas.
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que 80% das vagas formais abertas no primeiro trimestre de 2026 foram ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único.
Atualmente, cerca de 2,44 milhões de famílias permanecem na chamada Regra de Proteção, que permite ao beneficiário continuar recebendo 50% do auxílio por até 12 meses após elevar a renda familiar.
O governo também destaca o avanço do empreendedorismo entre os beneficiários. Entre os Microempreendedores Individuais (MEIs) inscritos no Cadastro Único, 55% começaram a empreender após entrarem no sistema, o que representa cerca de 2,5 milhões de pessoas.
Além disso, aproximadamente dois milhões de inscritos no CadÚnico e no Bolsa Família participam de cursos profissionalizantes, graduação ou pós-graduação.
Relançado em 2023, o Bolsa Família atende atualmente 19,08 milhões de famílias brasileiras, com benefício médio de R$ 678,01 por domicílio.
Fonte: noticias.r7.com







