Estabelecimentos pertencem a empresário investigado na Operação Carbono Oculto e foram interditados pela Sefaz-SP nesta quinta-feira (20)
Três postos de combustíveis foram fechados nesta quinta-feira (20) durante uma fiscalização da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Dois ficam em Ribeirão Preto e um em Franca.
Segundo as autoridades, os estabelecimentos funcionavam sem autorização e utilizavam maquininhas de cartão cadastradas em nomes diferentes dos postos. Bombas foram lacradas e equipamentos de pagamento e documentos foram recolhidos.
Em Ribeirão Preto, foram interditados o Auto Posto Estrela de Madri, na Avenida da Saudade, e o Auto Posto Marechal Costa e Silva, na Rua Capitão Salomão. Em Franca, a fiscalização ocorreu no Posto Terrana, na Avenida Miguel Alves de Melo França.
Os três postos pertencem ao empresário Pedro Furtado Gouveia Neto, alvo da Operação Carbono Oculto, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Segundo a investigação, ele é sócio da GGX Global, empresa relacionada pela Justiça ao grupo de Mohamad Hussein Mourad.
O Grupo GGX informou que Gouveia Neto está afastado da administração dos postos desde junho e afirmou que as interdições ocorreram por questões documentais e cadastrais. A empresa também negou qualquer ligação com organizações criminosas e declarou que busca regularizar a situação dos estabelecimentos.
A fiscalização também apura o uso de maquininhas vinculadas a terceiros, prática que pode dificultar o registro de parte do faturamento. As investigações sobre o caso continuam.
Fonte: g1.globo.com










