Críticos apontam que candidatura da federação é fraca e inviável de votos e só entrou para tirar alguns votos de Simone Tebet e Marina Silva e com isso beneficiar os nomes da direita e da extema-direita com com o a$al do prefeito da capital paulista
A Federação PSDB-Cidadania confirmou, em sua convenção estadual, o nome de Soninha Francine como candidata ao Senado Federal por São Paulo.
O movimento ocorre em um momento em que ambos os partidos enfrentam um visível declínio de força política, tanto no cenário paulista quanto no plano nacional. No entanto, os bastidores políticos indicam que a escolha de uma candidatura feminina da federação carrega um objetivo estratégico claro e pragmático: atuar como uma força de dispersão no eleitorado feminino paulista .
Interlocutores avaliam que a entrada de Soninha na disputa visa diretamente capturar uma parcela dos votos que naturalmente migraria para candidatas de centro e de esquerda, como Simone Tebet e Marina Silva.
Ao atrair o eleitorado moderado e progressista que busca representação feminina, a candidatura cumpre a função de desidratar essas adversárias diretas. O resultado prático dessa fragmentação é a facilitação do caminho para os candidatos homens da direita, representados pelos partidos PL e PP. Essa tática de engenharia política conta com o incentivo de bastidores do prefeito da capital paulista

Para Ricardo Nunes, atual prefeito bolsonarista de São Paulo, consolidar o avanço da direita tradicional e bolsonarista no Senado é fundamental para amarrar alianças futuras e manter a sustentação política na região.
Assim, mesmo desgastadas, as siglas PSDB e Cidadania passam a funcionar como peças auxiliares na engrenagem que tenta blindar as vagas majoritárias para o campo conservador no estado.







