Levantamento do Ministério da Saúde mostra que a Região Sudeste exige atenção, e município orienta população a eliminar criadouros do mosquito
Os resultados do primeiro ciclo do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa/LIA), divulgados pelo Ministério da Saúde, reforçam a importância das ações de prevenção realizadas pela Prefeitura de Porto Ferreira.
O estudo aponta que a Região Sudeste permanece em estado de atenção, com 48,3% dos municípios classificados em situação de alerta para infestação do mosquito e 20,1% em condição de risco.
Realizado entre janeiro e maio de 2026, o levantamento identifica o nível de infestação do Aedes aegypti e os principais criadouros do vetor, permitindo direcionar as ações de combate.
Na Região Sudeste, os depósitos móveis representam 47,1% dos focos encontrados. Fazem parte desse grupo vasos de plantas, pratos sob vasos, garrafas, bebedouros, pequenas fontes ornamentais e outros recipientes que podem acumular água. Em seguida aparecem pneus e resíduos sólidos (27,8%), depósitos para armazenamento de água (12,6%), depósitos fixos (10,8%) e criadouros naturais (1,6%).
O cenário reforça que a maior parte dos criadouros está dentro dos imóveis e pode ser eliminada com medidas simples. Por isso, a Prefeitura de Porto Ferreira orienta os moradores a manterem quintais limpos, eliminar recipientes que acumulem água e colaborar com as ações de prevenção.
Com a aproximação dos períodos de temperaturas elevadas e chuvas mais frequentes, a participação da população é considerada essencial para reduzir a proliferação do mosquito e prevenir doenças como dengue, chikungunya e zika. O combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e toda a comunidade.
Fonte: Prefeitura de Porto Ferreira







