Principal produto da citricultura brasileira mantém isenção, enquanto derivados da fruta passam a enfrentar cobrança extra de 12,5%
O setor citrícola brasileiro vive um cenário de atenção após as novas definições comerciais dos Estados Unidos. Enquanto o suco de laranja ficou livre da nova tarifa, os óleos essenciais da fruta passaram a sofrer uma sobretaxa de 12,5%, preocupando exportadores.
A medida tem reflexos em municípios produtores, como Casa Branca, líder nacional na produção de laranja. A cadeia citrícola tem papel importante na economia local, envolvendo produtores, indústrias, trabalhadores e empresas ligadas ao setor.
Segundo a CitrusBR, a cobrança sobre os óleos essenciais começou em 24 de julho. O produto tem os Estados Unidos como um dos principais mercados, e a tarifa pode afetar a competitividade das exportações brasileiras.
Por outro lado, a manutenção do suco de laranja fora da lista de produtos tarifados representa um alívio para o setor. Na safra 2025/26, as exportações brasileiras do produto para os Estados Unidos cresceram 16,3% em relação ao período anterior.
No mercado interno, a laranja pera foi negociada em julho por cerca de R$ 33,66 a caixa de 40,8 quilos para venda in natura e R$ 31,27 para a indústria.
O cenário mantém o setor atento às mudanças internacionais. Enquanto a isenção do suco preserva um dos principais mercados da citricultura brasileira, a sobretaxa dos óleos essenciais mostra os diferentes impactos das novas políticas comerciais dos Estados Unidos.
Fonte: casabranca.portaldacidade.com







