Mudança na carreira extingue classes e garante reajuste automático a policiais da corporação
A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, envolvida na morte de Thawanna Salmázio, em São Paulo, receberá um aumento de R$ 480 no salário bruto. A agente está afastada das funções desde 4 de abril, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública.
O reajuste é resultado da Lei nº 18.442, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas, que promoveu mudanças na estrutura da Polícia Militar paulista. A norma extinguiu a divisão entre soldados de 1ª e 2ª classe, criando uma única graduação de soldado PM.
Com a alteração, todos os policiais que pertenciam à antiga 2ª classe passaram automaticamente à nova classificação, com equiparação salarial. Antes, ao concluir a formação, o agente ingressava como soldado de 2ª classe, etapa que deixou de existir com a nova legislação.
Segundo o governo estadual, não houve promoção individual, mas apenas o cumprimento da lei, que passou a valer em 2 de abril, um dia antes da ocorrência na capital paulista.
A policial é alvo de um Inquérito Policial Militar, enquanto a Polícia Civil investiga o caso no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, que apura as circunstâncias da morte.
Fonte: noticias.uol.com.br







